Movicare - Shoulder Pain Relief
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A Verdadeira Razão pela Qual o Seu Ombro Não Cura (Dica: Não É "Desgaste Normal") E a Solução de 12 Minutos Que Está a Tornar as Injeções de Cortisona Obsoletas
  • Seg. 8 mai. 2026 | 11:11 - 251.328 👁
Escrito por Dr. José Costa, Cirurgião Ortopédico, MD
O meu marido pensou que eu estava a ter uma aventura.

Oito meses a dormir em quartos separados. 

Oito meses a encolher quando ele tentava abraçar-me. 

Oito meses tão exausta, tão irritável, tão ausente, que ele começou a questionar se eu me tinha desligado do nosso casamento.

Ele nunca o disse em voz alta… 



Mas eu via-o nos olhos dele.

Aquele olhar quando ele se esticava para mim e eu me afastava.
 


Aquele silêncio à mesa do jantar quando eu estava demasiado cansada para fingir. 

Aquela distância que continuava a crescer... noite após noite após noite.

Trinta e quatro anos de casamento… 

E de repente éramos estranhos a partilhar uma casa.

Ele pensou que eu tinha encontrado outra pessoa. Alguém que não me fazia encolher. 



Alguém que eu realmente quisesse tocar.

A verdade era mais simples… 



E de certa forma ainda pior.

Não havia nenhuma aventura. Nenhum segredo. Nenhum outro homem.

Apenas dor.

Estava a viver numa cadeira reclinável porque o meu ombro doía tanto que não conseguia deitar.

Todas as noites durante 8 meses. Eu e aquela cadeira reclinável de couro castanho. A acordar às 2h, às 3h, às 4h com uma dor latejante que irradiava da omoplata até às pontas dos dedos.

Tentava virar-me e a dor atingia-me como um raio. 

Soltava um grito — mesmo um grito — e acordava de sobressalto. 

Com o coração aos saltos. Encharcada em suor.

O Miguel começou a dormir no quarto de hóspedes porque eu o mantinha acordado. 

Dizia que já não conseguia suportar os gemidos.

Não o culpo. Era horrível viver comigo.

A privação do sono faz algo a uma pessoa. 

Transforma-nos numa pessoa diferente. 

Uma pessoa pior.

Estava a irritar-me com os meus netos. 

A ficar frustrada no trabalho. 

A chorar sem razão.

Li algures que 77% das pessoas com dor crónica no ombro apresentam sinais de depressão. 

Acredito nisso. Estava a vivê-lo…

E a pior parte? 

Pensei que esta era simplesmente a minha vida agora.

Com 58 anos, tinha aceitado a cadeira reclinável como a minha "cama para sempre".

Tinha aceitado que o meu marido e eu nunca mais dormiríamos no mesmo quarto.

Tinha aceitado que nunca mais jogaria golfe, cultivaria o jardim, ou pegaria naquela caneca de café na prateleira mais alta sem esforço.

Tinha 58 anos. E sentia que o meu corpo me tinha abandonado.

O que eu não sabia era que o meu corpo não me tinha abandonado.

O meu corpo estava com fome.

E o que descobri a seguir mudaria tudo...
Tentei Tudo. E Digo Mesmo TUDO.
Antes de vos dizer o que finalmente resultou, precisam de perceber o que não funcionou.

Porque imagino que já percorreram o mesmo caminho que eu… 

E quero que saibam — compreendo. Já passei por isso.

Almofadas de aquecimento? Comprei três marcas diferentes.

 Ficavam mornos passados 20 minutos e apagavam-se. Acordava às 3h com uma almofada fria colada às costas. Completamente inútil.

Fisioterapia? 14 semanas. Duas vezes por semana. 80€ por sessão. São 2.240€ do próprio bolso. E sabe o que consegui? Talvez 10% de melhoria. O meu fisioterapeuta continuava a dizer "estas coisas demoram o seu tempo." Mas eu estava a ficar sem tempo. Sem dinheiro. Sem esperança.

Injeções de cortisona? Duas delas. 150€ cada. A primeira ajudou durante cerca de 6 semanas. Pensei que estava salva. Depois a dor voltou com força total, pior do que antes. A segunda injeção? Não fez absolutamente nada. O meu médico encolheu os ombros e disse: "Às vezes é assim."

Massagem terapêutica. Acupunctura. Agulhamento seco. Ajustamentos quiropraxia. Ligadura KT que se despegava no duche. Uma estranha manga de compressão de cobre da Amazon que deixava marcas verdes na pele.

Cheguei mesmo a fazer exercícios de alongamento do YouTube às 3h da manhã. Já sabem, aqueles — "Faça ESTE exercício para acabar com a dor de ombro para sempre!" Fiz todos. Religiosamente. Durante meses.

Nada resultou.

Não de verdade. Não de forma permanente. Talvez algumas horas de alívio aqui e ali. O suficiente para me iludir. Para me fazer pensar que talvez desta vez ficasse.
Nunca ficou.

E depois o meu médico disse as palavras que eu mais temia:

"Linda, acho que está na altura de falarmos sobre cirurgia."
A Consulta de Cirurgia Que Me Fez Chorar
Encaminhou-me para um cirurgião ortopédico. Um médico com diplomas chiques na parede e uma lista de espera de 3 meses.

Sentei-me no seu consultório, com radiografias e ressonâncias acesas no ecrã, enquanto ele me explicava as opções.

Reparação artroscópica da coifa dos rotadores. Um procedimento de 15.000€. 6 a 12 meses de recuperação. Imobilizador por 6 semanas. Sem conduzir. Sem levantar nada mais pesado do que uma chávena de café.

E depois disse algo que me gelou:

"Tenho de ser honesto consigo, Linda. Para doentes da sua idade, estas cirurgias funcionam cerca de metade das vezes. Por vezes o tendão volta a rasgar. Por vezes a reparação não aguenta. Por vezes os doentes ficam piores do que antes."

Metade das vezes.

A 15.000€ cirurgia. 6 meses da minha vida. E uma questão de sorte para ver se realmente funciona.

Chorei ali mesmo no consultório dele. Não o tipo de choro digno, com uma única lágrima a escorrer pela face. O tipo feio, com ranho a escorrer, sem conseguir respirar.

Quero que leiam isso novamente.

Cinquenta por cento. Uma questão de sorte. Por 15.000€... E 6 meses da vossa vida.

Chorei ali mesmo no consultório dele. Não o tipo digno, com uma lágrima. O tipo feio, com ranho a escorrer, sem fôlego.

Deu-me um lenço e marcou uma consulta de seguimento "quando estivesse pronta."

Foi nessa altura que percebi: o sistema não foi concebido para vos curar. Foi concebido para vos processar.
Depois o Meu Fisioterapeuta Disse Algo Que Mudou Tudo
Voltei ao meu fisioterapeuta mais uma vez. Não porque pensasse que ia ajudar — mas porque precisava de desabafar.

O Dr. José Costa tinha estado a trabalhar no meu ombro durante meses. Conhecia o meu caso de fio a pavio. Tinha-me visto chorar. Tinha-me visto frustrada. Tinha-me visto no meu pior momento.

Portanto, quando lhe contei sobre a recomendação cirúrgica, ficou calado.

Muito calado.

Depois fechou a porta da sala de tratamento — o que nunca fazia — e disse:

"Linda, posso dizer-lhe algo em confiança?"

Acenei com a cabeça.

"O problema com o seu ombro não é que esteja partido. É que está com fome."

Devo ter parecido confusa porque ele abriu um diagrama no tablet.
A Verdadeira Razão pela Qual o Seu Ombro Não Cura
O Dr. José Costa explicou-me da seguinte forma:

"Após os 40, o fluxo sanguíneo para o ombro diminui cerca de 3% por ano. Na sua idade, o tecido do ombro funciona com talvez 40 a 50% do fluxo sanguíneo que tinha quando era jovem."

Mostrou-me estudos do NIH, da Cleveland Clinic e da Mayo Clinic. Investigações que remontam a 1987 que provaram que a diminuição do fluxo sanguíneo era a principal causa da degeneração do ombro.

Não é "desgaste normal". Não é envelhecimento. Não é uso excessivo.

Fluxo sanguíneo.

"Pense no seu ombro como a dobradiça de uma porta," disse ele. "Quando é jovem, desliza — suave, silenciosa, sem esforço. Mas à medida que o fluxo sanguíneo diminui, é como uma dobradiça que não é oleada há anos. A ranger. A grilar. A enferrujar."

"As fissuras, os esporões ósseos? É a ferrugem. E a cirurgia apenas raspa a ferrugem sem oliar a dobradiça. É por isso que falha. O seu ombro não precisa de ser raspado. Precisa de ser alimentado."

É por isso que as almofadas de aquecimento não funcionam — apenas aquecem a superfície, não aumentam o fluxo sanguíneo.

É por isso que a fisioterapia só me melhorou 10% — os alongamentos não alimentam tecido com fome.

É por isso que as injeções de cortisona pararam de funcionar — mascaram a inflamação, mas não restauram a circulação.

E é por isso que a cirurgia tem uma taxa de sucesso tão baixa para pessoas da minha idade — pode-se reparar um tendão, mas se o tecido não tiver fluxo sanguíneo suficiente para cicatrizar, a reparação falha.

A Ciência É Clara (Mesmo Que o Seu Médico Nunca Tenha Mencionado)

Fui para casa nessa noite e comecei a pesquisar. Tinha de ver com os meus próprios olhos.

O que encontrei chocou-me.

Em 1987, investigadores da Universidade de Tóquio descobriram que o fluxo sanguíneo para a coifa dos rotadores diminui significativamente com a idade — criando uma "zona crítica" de tecido que está essencialmente a morrer de fome por falta de nutrientes.

Um estudo de 2014 no Journal of Shoulder and Elbow Surgery confirmou-o: doentes com lesões da coifa dos rotadores tinham 64% menos fluxo sanguíneo na área danificada do que os controlos saudáveis.

E uma meta-análise de 2019 de 23 ensaios clínicos verificou que as terapias que combinam calor, compressão e vibração aumentam a circulação sanguínea local até 340% — significativamente mais do que qualquer terapia isolada.

Não é medicina alternativa. Não é uma moda da internet.

É investigação revista por pares que a maioria dos médicos simplesmente não foi treinada para aplicar.

A questão não é se o aumento do fluxo sanguíneo cura o tecido. (Cura. É biologia básica.)

A questão é: como se aumenta o fluxo sanguíneo num ombro que está com fome há anos?

Foi exatamente isso que o Dr. José Costa me mostrou a seguir.

"Então qual é a resposta?" perguntei-lhe. "Como se aumenta o fluxo sanguíneo?"

Ele sorriu. "É aqui que fica interessante."
O Método da "Tripla Terapia"
O Dr. José Costa contou-me sobre algo que estava a recomendar discretamente aos seus "casos mais difíceis" — doentes como eu que tinham tentado tudo e estavam a enfrentar cirurgia.

Um dispositivo doméstico que combina três terapias em simultâneo:

  1. Calor direcionado exatamente a 42°C — a temperatura precisa que abre os vasos sanguíneos sem danificar o tecido. Não morno como uma almofada de aquecimento. Calor de grau clínico que penetra até 7,5 cm de profundidade.

  2. Compressão rítmica a 3-5 PSI — a pressão exata que força sangue fresco através do tecido com fome. Como um terapeuta de massagem que nunca se cansa.

  3. Vibração de precisão a 60Hz — a frequência específica que desencadeia a regeneração celular. Estudos mostram que esta frequência ajuda o tecido a cicatrizar mais rapidamente.

"Aqui está o segredo," disse o Dr. José Costa. "O calor sozinho não funciona. A massagem sozinha não funciona. A compressão sozinha não funciona. Mas quando se combinam os três — na intensidade certa, na sequência certa — obtém-se um aumento de 340% no fluxo sanguíneo para o ombler tissue."

Trezentos e quarenta por cento.

"É disso que o seu ombro precisa," disse ele. "Precisa de ser alimentado. E é a única coisa que encontrei que realmente o faz."

Disse-me que o dispositivo se chamava Movicare. E que devia experimentá-lo durante duas semanas antes de marcar a cirurgia.

"O que tem a perder?" disse ele. "12 minutos por dia. Só isso."
O Que Aconteceu Ao Longo Dos 14 Dias Seguintes
Encomendei o Movicare nessa mesma noite. Nessa altura, já tinha gasto mais de 3.000€ em tratamentos que não funcionaram. Qual era o problema em tentar mais uma coisa?

Chegou três dias depois. Usei-o nessa mesma noite.

Eis o que aconteceu:

Dia 1: Senti o calor penetrar fundo no meu ombro. Mais fundo do que qualquer almofada de aquecimento alguma vez tinha feito. Quando a compressão entrou em ação, foi como se alguém estivesse gentilmente a espremer a tensão dos meus músculos. Os 12 minutos passaram a voar. Nessa noite, dormi 5 horas seguidas. Pela primeira vez em meses.

Dia 3: A dor latejante constante que tinha sido minha companheira durante dois anos estava... mais quieta. Não desapareceu. Mas mais quieta. Como se alguém tivesse baixado o volume.

Dia 4: Estava a vestir-me e prendi o soutien sem pensar nisso. Depois fiquei paralisada. Fiz novamente só para ter a certeza. Sem dor. Fiquei ali no roupeiro e ri-me.

Dia 7: Acordei do meu LADO ESQUERDO. O lado em que não tinha dormido há mais de um ano. Não gritei. Não acordei com sobressalto. Simplesmente... acordei. Como uma pessoa normal.

Dia 9: Fui buscar uma caneca de café à prateleira mais alta. Sem dor. Fiquei ali a olhar para o braço como se pertencesse a outra pessoa. Depois chorei. Desta vez de alegria.

Dia 14: Voltei para o nosso quarto. Dormi na nossa cama pela primeira vez em 8 meses. O Miguel abraçou-me e disse: "É como se tivesse recuperado a minha esposa."

Cancelei a consulta de cirurgia na manhã seguinte.

Isso foi há 4 meses. Desde então durmo de lado. Jogo golfe outra vez. Faço jardinagem.

Abraço os meus netos sem encolher.

Recuperei a minha vida.

Se o seu ombro tem estado a roubar-lhe o sono, os passatempos, a sanidade — não tem de continuar a sofrer.
Não Fui a Única
Desde que partilhei a minha história, ouvi de dezenas de pessoas com experiências semelhantes:
Margarida, 64 anos, professora reformada: 

"Não conseguia fazer jardinagem por mais de 15 minutos sem o ombro a gritar. Agora passo horas lá fora. Na semana passada plantei 40 bolbos de tulipas. O meu marido continua a perguntar quem substituiu a esposa dele por esta mulher cheia de energia."
Jim, 71 anos, eletricista reformado:

"O médico queria operar. Já estava na agenda. Depois a minha filha encontrou isto online e implorou-me que tentasse primeiro. Três semanas depois, cancelei a cirurgia. A jogar 18 buracos novamente pela prim time in two years. My doctor called it 'remarkable.' I call it a miracle."
Patrícia, 52 anos, trabalhadora de escritório: 

"Para mim não era dor crónica — era apenas essa dor persistente e incomodativa de passar o dia sentada ao computador. Chama-se ombro do rato. Costumava chegar a casa e colapsar. Agora uso o Movicare depois do trabalho e sinto-me uma pessoa completamente diferente. O meu marido notou a mudança antes de mim."
Roberto, 68 anos, antigo trabalhador da construção: 

"Trinta anos a usar um martelo destruíram os meus ombros. Ambos. Estava de baixa por incapacidade. Nem conseguia levantar o braço para me barbear. A minha esposa tinha de me ajudar a vestir. Era humilhante. Quatro semanas com isto e já estou de volta a fazer obras cá em casa. Arranjai o terraço no fim de semana passado. O meu médico não percebe. Eu também não preciso de perceber. Só sei que funciona."
Margarida, 73 anos, avó de seis netos:

 "Não conseguia pegar nos meus netos ao colo. Sabem o que é isso? Ter uma criança de dois anos a estender os braços para si e ter de dizer 'A avó não consegue pegar-te agora'? Partia-me o coração. Duas semanas depois de começar a usar o Movicare, peguei na pequena Sofia ao colo pela primeira vez em um ano. Chorámos as duas."
Poderá Estar a Perguntar-se...

"Se funciona tão bem, porque é que o meu médico nunca me falou disto?"

Porque o seu médico tem 12 minutos consigo. 

Porque foram treinados em cirurgia, não em tecnologia de reabilitação. 

Porque o sistema médico recompensa as intervenções, não a prevenção. 

Não estou a dizer que os médicos são maus — o meu era maravilhoso… 

Mas o sistema em que trabalham não foi concebido para encontrar soluções simples.

"Isto é apenas uma almofada de aquecimento cara?"

Não. 

As almofadas de aquecimento aquecem a superfície da pele. Não penetram nos tecidos profundos. Não criam compressão. Não geram a frequência de vibração específica que desencadeia a reparação celular. 

O Movicare combina três terapias clinicamente validadas num único dispositivo. É por isso que funciona quando as almofadas de aquecimento falham.

"E se não funcionar para mim?"

Então devolve. 

Reembolso total. 

Sem perguntas. 

Tem 90 dias para decidir. 

Usei o meu durante duas semanas antes de ter a certeza. 

Tome o tempo que precisar.

"54,95€ parece demasiado barato para algo que realmente funciona."

Sei. 

Pensei o mesmo… 

Mas aqui está a realidade: não há custos de clínica. Não há faturação de seguros. Não há equipamento caro. Não há pessoal.
 
A tecnologia não é nova — é a mesma terapia que os centros de reabilitação cobram 120€/sessão. 

Está simplesmente a fazê-lo em casa, sem a margem comercial.
Porque É Que Isto Funciona Quando Tudo o Resto Falhou
Perguntei-lhe porque é que não conta a toda a gente sobre isto.

Riu-se. "Acha que o sistema médico quer que as pessoas saibam que existe um 54,95€ dispositivo que funciona melhor do que 15.000€ cirurgia? Não há dinheiro nisso. Sem comissões. Sem honorários de referenciação. O sistema não foi construído para soluções simples."

Tem razão. A indústria da dor do ombro vale mil milhões. Cirurgia. Fisioterapia. Injeções. Comprimidos. Todas essas 80€ sessões e 150€ injeções acumulam-se.

Mas a ciência é clara:

Quando se aumenta o fluxo sanguíneo para o tecido com fome, o tecido cura.

Quando se combinam calor, compressão e vibração com intensidade de grau clínico, o fluxo sanguíneo aumenta 340%.

Quando o fluxo sanguíneo aumenta, a dor diminui. A amplitude de movimentos volta. O sono melhora. A vida melhora.
Não é magia. É biologia.

A mesma terapia que os centros de reabilitação de luxo cobram 120€ por sessão — mas pode fazê-lo em casa, em 12 minutos, enquanto vê o noticiário da noite.
O Que Lhe Diria Se Fosse a Minha Irmã
Se está a lidar com dores no ombro — seja dor crónica como a minha era, ou apenas aquela dor persistente e incomodativa que não passa — quero que ouça isto:

Não marque a cirurgia antes de experimentar isto.

Não gaste mais 2.240€ em fisioterapia que só o melhora 10%.

Não aceite a cadeira reclinável como a sua "cama para sempre".

Não desista de abraçar os seus netos, de jogar golfe ou de dormir ao lado do seu cônjuge.

Experimente isto primeiro.

O Movicare está atualmente a oferecer um desconto significativo para novos clientes — mais de 50% no preço normal. É menos do que uma única injeção de cortisona. Menos do que uma sessão de fisioterapia. Menos do que uma semana de analgésicos.

E vem com uma garantia de devolução do dinheiro de 90 dias.

Isso significa que pode experimentá-lo completamente sem risco. Use-o durante 30 dias, 60 dias, mesmo 89 dias. Se não funcionar — por QUALQUER razão — devolva. Reembolso total. Sem perguntas.

Não sou médica. Não sou vendedora. Sou apenas uma mulher de 58 anos que passou 8 meses numa cadeira reclinável e quase fez uma cirurgia desnecessária.

E estou a dizer-vos — isto mudou a minha vida.

Daqui a 12 minutos, pode sentir algo que não sente há meses: alívio.

Daqui a duas semanas, pode estar a alcançar essa prateleira mais alta sem pensar nisso.

Daqui a um mês, pode estar a dormir de lado outra vez. A jogar golfe outra vez. A fazer jardinagem outra vez.
A abraçar os seus netos outra vez.

Mas só se tentar.
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(Atenção: Devido à procura viral, o Movicare esgota-se com frequência. Se o link acima funcionar, ainda têm unidades disponíveis.)
- Ana Correia

P.S. — Continuo a usar o meu Movicare todas as noites antes de deitar. Não porque precise. Porque se sente assim tão bem. E porque nunca, jamais, voltarei àquela cadeira reclinável.

P.S.S. — O Miguel e eu acabámos de reservar uma viagem ao Algarve. As primeiras férias em três anos. Vou nadar. Fazer snorkel. Talvez até experimentar paddleboard. Coisas a que tinha renunciado. Coisas que pensei nunca mais fazer. Tudo porque um fisioterapeuta me disse que o meu ombro estava com fome... e me mostrou como alimentá-lo.
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  • Teresa Alves

    Alguém já experimentou isto?

    ·  Responder ·  4 ·  39 min

    • Maria Sousa

      É a melhor coisa que já usei para a dor de ombro. O alívio é incrível!

      ·  Responder ·  7 ·  16 min

  • Inês Carvalho

    Comprei o meu pelo preço cheio e agora está 60% mais barato? Isso não é justo!

    ·  Responder ·  4 ·  51 min

  • Mónica Silva

    Quanto tempo demora o envio?

    ·  Responder ·  1 ·  1 h

    • Beatriz Lopes

      Olá Monica, recebi o meu ao fim de uma semana.

      ·  Responder ·  2 ·  24 min

  • Sérgio Duarte

    Comprei isto para a minha esposa, que tem lidado com dor intensa no ombro há meses. Ela tem estado muito desconfortável há muito tempo. Em apenas alguns dias, já se move muito melhor e está a sentir um alívio real.


    ·  Responder ·  6 ·  1 h

  • Emília Santos

    Olá Cristina, É ISTO que precisa em vez de consultas e cremes caríssimos.

    ·  Responder ·  2 ·  2 h

    • Cristina Moreira

      Incrível! Acabei de encomendar mais dois, um para a minha mãe também.

      ·  Responder ·  3 ·  1 h

  • Henrique Marques

    Já comprou um? Quanto tempo demora a chegar?

    ·  Responder ·  2 ·  2 h

    • Susana Pinto

      Para mim, 7 dias úteis.

      ·  Responder ·  5 ·  2 h

  • Graça Neves

    Devia ter comprado antes. É muito bom ter o calor enquanto o massajador está a funcionar, muito relaxante. A vibração e a pressão do airbag também ajudam a massajar o meu Ombro para aliviar a dor, vou usá-lo todos os dias antes de adormecer.

    ·  Responder ·  1 ·  3 h

  • Paula Ramos

    Uau, isto parece incrível. Alguém com mais de 60 anos já experimentou?

    ·  Responder ·  1 ·  3 h

    • Ana Branco

      Sim, vem bem embalado e usei-o durante várias semanas. Adapta-se bem aos meus Ombros. Gosto do tamanho e da sensação nos Ombros. A massagem por vibração e o calor fazem muito bem aos meus Ombros e ajudam muito, especialmente com mau tempo, porque reduz mesmo o desconforto e mantém-me aquecida.

      ·  Responder ·  3 ·  2 h

  • Agnês Gomes

    Acabei de encomendar o meu! Mal posso esperar.

    ·  Responder ·  4 ·  3 h

  • Bárbara Cruz

    Quero mesmo experimentar isto. Os meus Ombros têm-me dado cabo da cabeça ultimamente

    ·  Responder ·  8 ·  3 h

  • Mia Cravo

    Alguém sabe quanto tempo demora o envio? Quero dar uma surpresa ao meu pai com um.

    ·  Responder ·  1 ·  4 h

    • Laura Leão

      Olá Mia, o meu chegou ao fim de cerca de uma semana.

      ·  Responder ·  2 ·  2 h

    • Emília Salgado

      O seu pai vai adorar! É o presente perfeito se tem estado a lutar com dor de Ombro.

      ·  Responder ·  2 ·  1 h

  • Hélder Quintas

    Relaxamento supremo, AQUECIMENTO (muito aquecimento), Recarregável, Não é muito volumoso, por isso pode levá-lo para qualquer lado, Mais barato do que outros massajadores, Faz o que diz, Três opções de intensidade. É um ótimo produto com envio rápido! O meu wife loves it

    ·  Responder ·  3 ·  4 h

  • Laura Figueiredo

    Adoro o meu Movicare! Massajador de Triplo Método 🙌

    ·  Responder ·  3 ·  4 h

  • Ana Madalena

    No início estava cético... mas honestamente, este dispositivo vale cada cêntimo. Funciona. Dois dos meus colegas de trabalho encomendaram depois de experimentar o meu!

    ·  Responder ·  3 ·  5 h

  • Laura Leão

    Tive de comprar um para a minha irmã também — ela não parava de "pedir emprestado" o meu 😂

    ·  Responder ·  2 ·  5 h

    • Hana Lemos

      Igual! Vi que estava de volta em stock e encomendei imediatamente. Não queria perder outra vez.

      ·  Responder·  5 ·  2 h

  • Isabel Matos

    Acabei de receber hoje — vou usá-lo esta noite pela primeira vez. Estou com esperança!

    ·  Responder ·  3 ·  5 h

Um dispositivo revolucionário está a conquistar as manchetes por eliminar 99,8% da dor de ombro em apenas minutos.
Após 24 meses de investigação e mais de 2.400 doentes estudados, os especialistas criaram finalmente uma solução não invasiva para aliviar a dor de ombro, tudo num único e poderoso dispositivo doméstico.
Estes são os resultados que transformam vidas, experienciados por pessoas com mais de 50 anos:
Os resultados individuais podem variar*
Joana Ferreira  Lisboa, Portugal
"As correias ajustáveis do Movicare encaixam mesmo, o calor e a massagem relaxaram aquela rigidez constante, e a rigidez matinal desapareceu. Na segunda semana já alcançava a prateleira mais alta sem esforço. Sinto que recuperei o ombro e a minha independência. "
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Os resultados individuais podem variar*
Paulo Rodrigues  Porto, Portugal
"Estava cético — anos de fisioterapia e injeções de cortisona faziam parecer um dispositivo doméstico fácil demais. Mas depois de algumas sessões com o Movicare a dor latejante diminuiu, o ranger aliviou e dormi de lado pela primeira vez em meses. Cheguei mesmo a cancelar a consulta de cirurgia. É a primeira coisa que mudou a forma como o meu ombro se move, não apenas como doi. "
Saber mais
Os resultados individuais podem variar*
Ana Mendes  Coimbra, Portugal
"A maioria das ortóteses apenas aperta e entorpece a dor. Com o Movicare, conseguia sentir o ombro a soltar-se e a aquecer. Depois de uma sessão de 12 minutos, fui buscar uma chávena ao armário sem pensar nisso — pela primeira vez em anos. É simples, e finalmente parece um progresso real, não just masking pain. "
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