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Aos 68 Anos, Já Tinha Aceitado Que a Minha Coluna Estava Destruída. Até Que Descobri a Única Coisa Que Ninguém Me Tinha Dito.
Após 11 anos de estenose, uma fusão L4-L5 falhada, e de me dizerem que "isto agora é a sua vida" — uma bibliotecária reformada de Coimbra escreve a carta que gostava que alguém lhe tivesse enviado há dois anos.

3.791 avaliações

Por Margarida Fonseca

Se está a ler isto às 3 da manhã porque as dores o acordaram outra vez...
Se sabe exatamente em que bancada da cozinha, em que carrinho do supermercado, em que corrimão se apoiar só para aliviar a pressão por um momento...
Se cancelou mais jantares do que aqueles a que foi no último ano porque já não aguenta estar sentada durante uma refeição...
Se entra em cada divisão e procura logo a cadeira mais próxima antes de reparar em qualquer outra coisa...
É para si que estou a escrever.
Porque eu já fui você.
Há dois anos, estava a planear o meu próprio funeral.
Não literalmente.
Mas tinha começado a fazer aquilo que as pessoas fazem quando desistem. A dar os livros. A dizer aos meus filhos onde estavam os papéis importantes. A cancelar a viagem à Escócia para a qual eu e o meu marido andávamos a poupar desde 2008.
Tinha 66 anos.
O meu cirurgião acabara de me dizer — com toda a delicadeza, com todo o profissionalismo — que a minha segunda cirurgia provavelmente também não iria resultar.
E eu acreditei nele.
Porque, a essa altura, já tinha tentado tudo.
E nada tinha resultado.
Os 11 Anos Anteriores

A minha estenose começou em 2014.
Tinha 55 anos. Bibliotecária. De pé 8 horas por dia, a arrumar livros, a ajudar as crianças a encontrar a próxima aventura.
Adorava aquilo.
Até que, numa terça-feira de manhã, não me consegui levantar da cadeira.
Simplesmente não consegui.
As minhas pernas tinham ficado dormentes dos joelhos para baixo. A minha zona lombar parecia que alguém lhe tinha deitado cimento durante a noite.
O meu marido levou-me às urgências. Mandaram-me fazer uma ressonância magnética.
"Estenose espinal moderada a grave em L4-L5, L5-S1."
Nunca tinha ouvido aquelas palavras.
Aprendi-as depressa.
O Desfile de Fracassos

O que se seguiu foram 9 anos daquilo a que hoje chamo o desfile.
Toda a gente de bata branca teve a sua vez.
Fisioterapia: 12 semanas, três vezes por semana. Chorava no fim da maioria das sessões. A fisioterapeuta era simpática. Os exercícios estavam corretos. Mesmo assim, as minhas costas pioraram. Ela disse "há pessoas que simplesmente não respondem". Eu era uma delas.
Osteopata: Duas vezes por semana durante seis meses. Era um encanto. Fazia-me estalar as costas e eu sentia-me maravilhosamente durante uns 90 minutos. Quando chegava a casa, a dor já tinha voltado. Deixei de ir quando fiz as contas — tinha gasto perto de 3.000€ por umas 40 horas de alívio.
Tratamento da dor: Três infiltrações epidurais ao longo de 18 meses. A primeira foi incrível. Tive 6 semanas de alívio. A segunda deu-me 3 semanas. A terceira não fez nada. Quiseram tentar uma quarta. Eu disse que não.
Gabapentina: Deixava-me com a cabeça enevoada. Fez-me engordar 7 quilos. Fazia-me sentir que não era eu própria. E continuava com dores. Só que agora dores mais a névoa.
Ben-u-ron, Brufen, o que houvesse no armário dos medicamentos: Sabe exatamente do que estou a falar.
Um aparelho TENS de 120€ que a minha filha encomendou na internet: Senti uma vibração na pele. Nada mais profundo. Usei-o duas semanas e meti-o na gaveta.
Uma cinta lombar com fios de cobre: Fazia as minhas costas suar. Piorava-me as dores quando a tirava, porque os meus músculos tinham ganho preguiça por andar com ela.
Mesa de inversão: Aterrorizadora. Magoava-me as ancas. Não fez nada pelas minhas costas.
Ioga: Todas as manhãs durante um ano. Fiquei mais flexível em todo o lado, exceto onde precisava.
Em 2021, estava marcada para uma cirurgia de fusão vertebral.
A cirurgia era o meu último recurso.
O meu cirurgião — um bom homem, continuo a acreditar nisso — disse-me que havia "uma boa probabilidade" de resolver a dor.
Fiz a cirurgia em março de 2022.
Acordei cheia de esperança.
Durante uns 3 meses.
A Manhã em Que Percebi Que Tinha Falhado

Era um sábado de julho.
5 meses depois da operação.
Andava a dormir no quarto de hóspedes porque não conseguia encontrar uma posição confortável na nossa cama.
Tentei sentar-me.
Não consegui.
A mesma sensação de cimento nas costas. A mesma dormência a descer pela perna. O mesmo pânico que tinha sentido naquela terça-feira de manhã, em 2014.
Sentei-me na beira da cama e chorei como não chorava há anos.
Não por causa da dor.
Mas por causa daquilo que percebi.
Tinha tentado tudo.
E estava exatamente no mesmo ponto de partida.
Na verdade — não. Estava pior.
Porque agora já tinha sido operada. O que significava tecido cicatricial. Material metálico. Menos opções daí para a frente. E um cirurgião que, quando voltei à consulta dos 6 meses, disse: "Margarida, às vezes estas coisas não nos dão o resultado que esperávamos. Isto pode ser a sua nova realidade."
A minha nova realidade.
Aos 66 anos.
Foi nessa altura que comecei a dar os livros.
A Pergunta Que Mudou Tudo
A minha nora, Helena, é enfermeira.
Trabalha há 14 anos na recuperação ortopédica pós-cirúrgica.
Há dois Natais, sentou-se comigo à mesa da cozinha depois de toda a gente se ter deitado e fez-me uma pergunta que nunca ninguém me tinha feito.
"Mãe. Nestes últimos 9 anos, alguma vez lhe testaram se o seu multífido está a funcionar?"
Não sabia do que ela estava a falar.
Nunca tinha ouvido aquela palavra.
Em nove anos.
Por uma dúzia de especialistas. Por duas ressonâncias. Pela fisioterapia. Por uma cirurgia em que me abriram a coluna.
Ninguém tinha mencionado o multífido.
Nem uma única vez.
A Helena explicou-mo nessa noite. Aquilo que lhe vou contar levou-lhe 20 minutos à mesa da minha cozinha. Vou tentar contar-lho da mesma maneira.
A Única Coisa Que Ninguém Me Disse

Há um músculo longo e profundo que percorre os dois lados da coluna.
Chama-se multífido.
Fica a cerca de 3 centímetros por baixo da pele da zona lombar.
Ninguém nos mostra este músculo num diagrama. Não aparece nos folhetos das clínicas da dor. O cirurgião não o aponta na ressonância.
Mas é — sem exagero — o músculo mais importante de toda a coluna.
E explico porquê.
A coluna é uma pilha de ossos. Não se mantém direita sozinha. Precisa de um sistema de andaime que a segure por dentro.
Esse sistema é o multífido.
É a cinta interna da coluna.
Sempre que se levanta, anda, se inclina ou se vira — este músculo dispara milhares de pequenas contrações por minuto para manter as vértebras alinhadas.
Não o sentimos a trabalhar. Não pensamos nele. Simplesmente funciona.
Até que um dia — deixa de funcionar.
Porque é Que o Seu Cérebro Desliga o Único Músculo Que o Mantém de Pé

Naquela noite, a Helena disse-me uma coisa que me fez pousar a chávena de café.
Disse: "Quando a sua coluna se lesionou, mãe, o seu cérebro desligou o multífido. De propósito."
Eis o que ela queria dizer:
Quando a coluna sofre um trauma — um problema num disco, estenose, uma hérnia, até os microtraumas de décadas de desgaste — o cérebro faz algo de protetor.
Corta o sinal para o multífido.
Diz ao músculo: "Para de contrair. Estás a piorar as coisas."
E o músculo obedece.
Em 48 horas após a lesão inicial, o multífido pode perder até 80% da sua função.
Fica em silêncio.
E aqui está a parte cruel — a parte que me deixou ali sentada, à mesa da cozinha, com lágrimas nos olhos:
Não volta a ligar-se sozinho.
Nem com repouso.
Nem com alongamentos.
Nem com fisioterapia.
Nem com ioga, natação, pilates ou qualquer programa de "fortalecimento do core" deste mundo.
Porque o músculo não está fraco.
Está bloqueado.
Não se pode fortalecer algo que não está a contrair.
Isto tem um nome, disse-me a Helena. Os investigadores chamam-lhe Bloqueio do Músculo Central.
E assim que ouvi aquelas palavras, tudo o que tinha vivido nos 9 anos anteriores passou de repente a fazer sentido.
Porque é Que Tudo Tinha Falhado
Sentada àquela mesa da cozinha, às 11 da noite da véspera de Natal, finalmente percebi.
A fisioterapia não resultou — porque o meu multífido estava desligado. Estavam a tentar fortalecer um músculo que não contraía.
As infiltrações não duravam — porque reduziam a inflamação durante umas semanas, mas nada tratava o verdadeiro problema por baixo.
O aparelho TENS não fez nada — porque o TENS chega a 5-8 milímetros de profundidade. O meu multífido está a 30-50 milímetros. O TENS, literalmente, não conseguia lá chegar.
Os ajustes do osteopata não se mantinham — porque, sem o multífido a segurar as vértebras no sítio, tudo voltava logo a desalinhar-se.
A cirurgia falhou — porque corrigiram o osso. Ignoraram o músculo. Saí da cirurgia com "uma colocação perfeita do material" e um multífido que estava desligado há 9 anos e tinha atrofiado até ao tamanho de uma uva.
Eu não estava destruída.
Não era "uma doente que não responde ao tratamento".
Não era uma das azaradas cujo corpo simplesmente não colaborava.
Tinha um músculo que estava desligado há quase uma década.
E nunca ninguém se tinha lembrado de o voltar a ligar.
A Única Coisa Que o Pode Voltar a Acordar
A Helena disse-me que só havia uma coisa no mundo capaz de acordar um multífido bloqueado há anos.
Não eram mais alongamentos.
Não era exercício mais intenso.
Não era outra cirurgia.
Era a NMES.
Estimulação Elétrica Neuromuscular.
Não é TENS. Ela foi muito clara quanto a isto. TENS e NMES são muitas vezes confundidos — são tecnologias completamente diferentes.
O TENS bloqueia os sinais de dor à superfície da pele. Vibra. Distrai.
A NMES envia sinais elétricos dirigidos fundo no tecido muscular — obrigando as fibras musculares a contrair. Contornando por completo o sinal de "desligar" do cérebro.
Não pede ao multífido que contraia.
Obriga-o a contrair.
Contração após contração. A pôr o músculo outra vez a funcionar. A reconstruir a ligação entre o cérebro e o músculo que estava cortada há anos.
A NMES é usada há 40 anos na medicina desportiva de elite. É assim que os atletas olímpicos recuperam de cirurgias em semanas em vez de meses. É assim que os astronautas da NASA evitam a atrofia muscular em gravidade zero.
Era a única coisa capaz de realmente quebrar um Bloqueio do Músculo Central.
Mas, até há pouco tempo, só lhe tinha acesso em clínicas desportivas caras, a 150€ por sessão.
Foi então que a Helena me falou de um aparelho que estava, sem alarido, a mudar tudo isto.
O Aparelho Que Me Devolveu a Vida

Chama-se o Movicare — Sistema de Correção Adaptativa.
É o primeiro aparelho de NMES para usar em casa especificamente calibrado para atingir o multífido à profundidade exata de que ele precisa — 30 a 50 milímetros — para quebrar um Bloqueio do Músculo Central.
Mas é isto que o torna diferente de todos os outros aparelhos de NMES no mercado.
Não se limita a estimular o músculo.
Descomprime a coluna E reconstrói o músculo — ao mesmo tempo.
A Helena explicou-me as duas fases:
Fase A: Descompressão. Os impulsos elétricos provocam contrações suaves e rítmicas que afastam as vértebras. Criando espaço. Aliviando a pressão sobre os discos e os nervos. Imita o que faz uma mesa de descompressão clínica — só que de dentro para fora.
Fase B: Reeducação. Enquanto a Fase A cria espaço, a Fase B obriga o multífido a contrair. Contração após contração. Ao longo de 30 dias, a via nervosa entre o cérebro e o músculo reconstrói-se. O cérebro "lembra-se" de como usar o multífido. O músculo volta a contrair sozinho.
15 minutos por dia.
Era esse o protocolo todo.
Tinha gasto — tinha gasto — deixe-me ver.
Entre a cirurgia, a fisioterapia, o osteopata, as infiltrações, os medicamentos, as cintas, o aparelho TENS, a mesa de inversão e tudo o resto — tinha gasto mais de 18.000€ a tentar resolver as minhas costas em 9 anos.
E ali estava este pequeno aparelho, no ecrã do telemóvel da minha nora, à minha frente.
54,95€.

Conceição Marques

Cancelei a minha cirurgia de fusão
Avaliado em Portugal a 27 de janeiro de 2026
Compra verificada
Estava marcada para uma fusão L4-L5 em fevereiro. Três cirurgiões disseram-me que era a minha única opção. A minha nora, que é enfermeira, implorou-me que experimentasse primeiro o Movicare — disse que os doentes operados à fusão voltam com dores mais vezes do que os cirurgiões admitem. Cancelei a cirurgia. Passadas 10 semanas, ando 3 quilómetros por dia. No fim de semana passado fui à horta pela primeira vez em 4 anos. Agora o carrinho das compras fica no lugar dele, onde deve estar.


76 pessoas acharam isto útil

Joaquim Ribeiro

Quem me dera ter tido isto antes da cirurgia
Avaliado em Portugal a 12 de abril de 2026
Compra verificada
Há 4 dias Fiz uma laminectomia há 2 anos. "O material está perfeito", diziam eles. Entretanto, eu não conseguia estar de pé na bancada da minha própria cozinha. Nunca ninguém me falou do multífido. 6 semanas com o Movicare e as minhas costas finalmente voltam a fazer o seu trabalho.


53 pessoas acharam isto útil

Fernando Pereira

O TENS sente-se na pele. Isto sente-se BEM FUNDO.
Avaliado em Portugal a 21 de abril de 2026
Compra verificada
Há 1 dia 3.000€ desperdiçados em aparelhos TENS, almofadas térmicas, mesas de inversão. A minha mulher revirou os olhos quando a caixa chegou. Três semanas depois, dormi a noite toda pela primeira vez em 6 anos. Chorei às 4 da manhã porque não me doía nada.
Dia 1: O Momento em Que Percebi Que Isto Era Diferente
O meu marido encomendou-mo na Black Friday.
Chegou oito dias depois.
Vou ser honesta — abri a caixa quase sem esperança nenhuma.
Já me tinha desiludido tantas vezes. Tinha visto tantas "soluções milagrosas" acabarem como enfeites de gaveta que, emocionalmente, já não aguentava mais um fracasso.
Disse ao meu marido: "Se isto não resultar, deixo de tentar."
E falava a sério.
Dia 1: Coloquei os elétrodos de cada lado da zona lombar. Comecei numa intensidade baixa. E senti uma coisa que não sentia há 9 anos.
Uma pulsação profunda.
Não à superfície.
Por dentro.
Foi estranho. Quase desconfortável ao início — porque estava a sentir um músculo de que praticamente me tinha esquecido que existia. Mas ao minuto 10, a minha zona lombar sentia-se... aberta. Não sei descrever de outra forma. Como se algo se tivesse soltado.
Levantei-me no fim da sessão. Fui até à cozinha. E por um momento — um minuto inteiro — esqueci-me das minhas costas.
Não fazia isso há 9 anos.
Semana 1: As manhãs ficaram mais fáceis. A rotina de aquecimento de 40 minutos que tinha criado encolheu para 15 minutos. Dormi uma noite inteira pela primeira vez em 3 anos.
Semanas 2-3: Comecei a reparar que já não me apoiava na bancada da cozinha enquanto lavava a loiça. Estava simplesmente... de pé. Sem pensar nisso.
Semana 4: Fui ao supermercado sem me apoiar no carrinho. A andar normalmente. Como uma pessoa.
Chorei ali mesmo, no corredor da fruta e legumes.
Uma senhora perguntou-me se estava bem. Eu disse: "Estou a aguentar o meu próprio peso. Pela primeira vez em 9 anos. Estou só a aguentar o meu próprio peso."
Ela deve ter pensado que eu estava a perder o juízo.
Onde Estou Agora
Estou a escrever isto 14 meses depois daquela primeira sessão.
No fim de semana passado, fui com o meu marido à Escócia.
A viagem que tínhamos cancelado em 2022.
Passeámos pelos jardins do Castelo de Edimburgo. Subi ao topo do Arthur's Seat. Fiz uma caminhada — EU, aos 68 anos — por uma parte do West Highland Way.
Agora uso o Movicare durante 15 minutos à segunda, à quarta e à sexta-feira. É a minha rotina de manutenção.
No resto do tempo, é o meu multífido que me segura.
Como é suposto.
Como fazia antes de 2014.
O Que Quero Que Saiba

Se está onde eu estava — na beira da cama, prestes a desistir, prestes a acreditar que isto agora é a sua vida —
Quer o seu cirurgião lhe tenha acabado de entregar um folheto sobre fusão vertebral e esteja a tentar decidir...
Quer já tenha sido operada e viva com a mesma dor que tinha antes da cirurgia...
Escrevo isto porque gostava que alguém me tivesse enviado esta carta em 2022.
Ou em 2018.
Ou em 2014.
Você não falhou.
O seu corpo não a traiu.
Há um músculo nas suas costas que está desligado — talvez há anos — e nunca ninguém tentou voltar a ligá-lo.
Você não está destruída.
Está bloqueada.
E há uma diferença.
Sobre o Movicare — Sistema de Correção Adaptativa
Se quer os detalhes que a minha nora me deu naquela noite, aqui estão:
✅ Usa NMES (não TENS) — chega a 30-50 mm de profundidade, até ao multífido
✅ Ação dupla — Fase A Descompressão + Fase B Reeducação
✅ Desliga-se automaticamente aos 15 minutos (a janela exata necessária para a reativação)
✅ Sem fios, portátil, fácil de usar
✅ Certificado CE e clinicamente testado
✅ Concebido para a estenose espinal e a recuperação pós-cirúrgica
Hoje está disponível com 50% de desconto — 54,95€.
Menos do que UMA sessão de fisioterapia especializada.
Menos do que UM mês da minha antiga receita de Gabapentina.
Menos do que o jantar que eu e o meu marido pagámos para celebrar a minha primeira caminhada sem dores.
A Garantia de 90 Dias
Use-o durante 90 dias. 15 minutos por dia.
Se não sentir o mesmo que eu senti — a pulsação profunda, a abertura, o músculo a voltar a funcionar — devolva-o.
Reembolso total. Sem formulários. Sem "vale de loja". Basta enviar um e-mail e tratam de tudo.
Tem 90 dias para saber se é isto que finalmente resulta.
É mais do que tempo suficiente.
Eu soube ao 12.º dia.

ATUALIZAÇÃO: A partir de - A procura pelo Movicare aumentou drasticamente e o stock tem voado das prateleiras. Encomende o seu por 50% DE DESCONTO + ENVIO RÁPIDO antes que seja tarde demais.
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Alívio imediato da estenose espinal e das dores nos nervos, finalmente

Avaliações dos clientes

4,8 em 5
3.791 avaliações de clientes
5 estrelas

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Por categoria
Preço

5.0
Eficácia

5.0
Conforto

5.0
Qualidade

4.8
Comentários
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Fernanda Antunes
Alguém pode dar referências disto?
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4 · 39 min

Maria Augusta Lopes
Esta coisinha é fantástica. Tenho dores constantes na zona lombar. Ao fim de um dia longo, 15 minutos com isto e a dor desaparece. Tenho estenose e ainda por cima uma hérnia discal — nada me ajudou como isto ajuda. Sinceramente surpreendida com a força que tem.
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7 · 16 min

Glória Tavares
Comprei o meu pelo preço inteiro e agora está a 50%? Não é justo!
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4 · 51 min

Sandra Carvalho
Quanto tempo demora o envio??
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1 · 1 h

Isabel Nunes
Olá Sandra, o meu chegou ao fim de 4 dias.
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2 · 24 min

Armando Sousa
O meu médico confirmou estenose L4-L5 há dois anos. Já tinha feito laminectomia e continuava em agonia — o cirurgião dizia que estava tudo perfeito no raio-x. Não conseguia andar mais de cinco minutos sem as pernas ficarem dormentes. Comecei a usar o Movicare há 6 semanas. Não sei explicar, mas há algo que se sente estruturalmente diferente — como se a minha zona lombar tivesse finalmente apoio. Volto a passear o meu cão todas as manhãs. É a primeira coisa em mais de dois anos que não se limitou a mascarar a dor.

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6 · 1 h

Beatriz Macedo
Três infiltrações epidurais em dezoito meses. A primeira resultou lindamente. A última durou talvez duas semanas. O meu médico começou a falar em fusão e eu entrei em pânico. Uma amiga enviou-me este artigo e, sinceramente, revirei os olhos — já tinha experimentado todas as engenhocas que há. Mas a explicação sobre o multífido finalmente fez-me perceber porque é que nada nunca se aguentava. Seis semanas depois, cancelei a minha consulta cirúrgica. Não estou sem dores, mas sinto-me estável pela primeira vez em anos.
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2 · 2 h

Teresa Pinho
Uau, isto é incrível, já encomendei um!
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3 · 1 h

Carlos Moreira
Compraste um? Quanto tempo demora a chegar?
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2 · 2 h

Amélia Cardoso
No meu caso, 4 dias úteis.
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5 · 2 h

Rosa Figueiredo
Acordava às 3 da manhã todas as noites sem conseguir virar-me na cama. Passava trinta minutos todas as manhãs só a aquecer o suficiente para conseguir ir até à cozinha. Tinha vergonha de contar às pessoas como o meu mundo tinha ficado pequeno. Aquela história do carrinho das compras no artigo — era eu, em cada ida ao supermercado. Quatro semanas com o Movicare e durmo a noite toda. Saio da cama como uma pessoa normal. Só isso já vale tudo.
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1 · 3 h

Fátima Marques
Uau, parece ótimo. Alguém tem mesmo um e já foi testado?
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1 · 3 h

Lúcia Mendes
Sim, comprei este aparelho para a minha mãe, que sofre de estenose espinal.
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3 · 2 h

Celeste Ramos
Acabei de encomendar o meu! Mal posso esperar.
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4 · 3 h

Graça Henriques
Quero tanto um, vou comprá-lo este fim de semana quando receber o ordenado, ahah!!
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8 · 3 h

Deolinda Castro
Alguém sabe quanto tempo demora o envio? Quero comprar um para a minha amiga.
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1 · 4 h

Manuela Coelho
Olá Deolinda, o meu chegou ao fim de 5 dias
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2 · 2 h

Branca Vieira
A sua amiga vai ficar feliz! É o presente perfeito
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2 · 1 h

Olívia Barros
Adoro este Movicare, mesmo!
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3 · 4 h

Manuela Coelho
Adoro mesmo o meu Movicare, tive de comprar outro hoje para a minha filha porque ela não larga o meu!
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2 · 5 h

Alda Pacheco
Pois é, fiquei tão contente por ainda haver hoje. Tive de comprar logo um antes de esgotarem outra vez como da última vez
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5 · 2 h

Cristina Lourenço
Este produto é incrível! Para quem já usou um aparelho TENS dos antigos: acabamos completamente enrolados nos fios e, se precisarmos de o usar no trabalho para reduzir as crises, é impossível quando temos uma profissão que exige muito movimento. Este produto liberta-nos de tudo isso e permite usá-lo em segurança. Obrigada a quem criou este produto.

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3 · 5 h
