Segredos da Saúde
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Daqui a 5 Semanas Iam Abrir-me a Coluna. Três Dias Antes da Consulta Pré-Operatória, Descobri a Pergunta Que Ninguém Me Tinha Feito.

Depois de 2 anos de estenose, uma laminectomia marcada, e um cirurgião que me disse 'é a única opção que lhe resta' — uma costureira reformada escreve a carta que gostava de ter lido antes de assinar o consentimento informado.

3.791 avaliações

Por Odete Marques

Se está a ler isto às 3 da manhã porque não consegue parar de pensar na consulta de amanhã...

Se já sabe de cor cada palavra do formulário de consentimento informado, mesmo sem ainda o ter assinado...

Se pesquisou "complicações de laminectomia" no telemóvel, às escuras, para ninguém em casa saber quantas vezes já o fez...

Se sente que a decisão sobre a sua própria coluna deixou de ser sua, e passou a ser uma data marcada num papel...

É para si que estou a escrever.

Porque eu já fui você. Há três semanas.

Tenho uma cirurgia marcada para o dia 14.

Ou tinha.

Mas há três semanas já tinha começado a fazer aquilo que as pessoas fazem quando se entregam a uma data. A adiar encomendas de costura para depois de março. A pedir à minha sobrinha que me viesse buscar no dia da alta. A dizer a mim mesma que dois meses de convalescença não era assim tão mau.

Tinha 61 anos.

O meu cirurgião acabara de me dizer — com toda a delicadeza, com todo o profissionalismo — que a cirurgia era, honestamente, a única opção que me restava.

E eu acreditei nele.

Porque, a essa altura, já tinha tentado quase tudo.

E nada tinha resultado o suficiente.

Os Dois Anos Antes da Carta

A minha estenose começou há dois anos.

Tinha 59 anos. Costureira. Reformada da fábrica, mas nunca larguei a máquina — fazia arranjos e vestidos de batizado para meio bairro, ao meu ritmo, sentada horas a fio, o pé no pedal.

Adorava aquilo.

Até que comecei a sentir o pé direito a adormecer a meio de uma bainha.

Pensei que era má circulação. Pensei que era a cadeira.

A dormência foi ficando pior de semana para semana. A minha zona lombar começou a parecer que alguém lhe tinha deitado cimento durante a noite.

Fui ao meu médico de família. Ele mandou-me fazer uma ressonância.

"Estenose lombar em L4-L5."

Fiquei ali sentada no consultório, sozinha — sou viúva há 6 anos.

A tentar perceber o que aquilo significava para uma mulher que ganha a vida com as mãos e com um pedal sob o pé.

O Que Tentei Nestes Dois Anos

O que se seguiu foram dois anos daquilo a que hoje chamo o desfile.

Toda a gente de bata branca teve a sua vez.

Fisioterapia: 8 semanas, duas vezes por semana. A fisioterapeuta era simpática. Os exercícios estavam corretos. Ao fim das 8 semanas, conseguia estar sentada uns 20 minutos a mais do que antes. Não era suficiente para voltar à máquina de costura o dia todo.

Infiltração epidural: Uma só. Três semanas de alívio quase completo — voltei a coser como antes. Depois o efeito passou e a dormência no pé voltou. O médico disse que "não convém abusar" das infiltrações.

Anti-inflamatórios quase todos os dias: Tiravam o pior da dor por umas horas. Ao fim de um ano, tinha azia constante — e continuava com a mesma dormência no pé, exatamente igual.

Uma faixa lombar que eu própria costurei: Ajudava a lembrar-me de não me curvar mal enquanto trabalhava. Dava-me algum apoio à superfície. Mas não tratava nada por dentro — e, no fundo, eu sabia disso.

Caminhadas curtas todos os dias: Mantinham-me em movimento. Continuei com a mesma dormência no pé, na mesma.

Um aparelho TENS de 120€ que a minha sobrinha encomendou na internet: Senti uma vibração na pele. Nada mais profundo. Usei-o duas semanas e meti-o na gaveta.

Uma cinta lombar com fios de cobre: Fazia as minhas costas suar. Não chegava nem perto do problema por dentro.

Uma almofada térmica todas as noites: Reconfortante durante meia hora. Depois a dormência no pé voltava, igual.

Ioga: Todas as manhãs durante meses. Fiquei mais flexível em todo o lado, exceto onde precisava.

Ao fim de dois anos, o meu médico de família encaminhou-me para um cirurgião de coluna.

E foi aí que a palavra "cirurgia" entrou de vez na minha vida.

O cirurgião — um homem simpático, continuo a acreditar nisso — mostrou-me a ressonância no ecrã e apontou o espaço onde o canal estava estreitado.

Marcou-me uma laminectomia para o dia 14 do mês seguinte.

Saí do consultório com a data marcada e um consentimento para assinar.

E, durante umas semanas, fui fazendo as pazes com a ideia.

"É a Única Opção Que Lhe Resta"

O cirurgião foi simpático.

Nunca me tratou com pressa.

Mostrou-me a ressonância no ecrã, apontou para o espaço onde o canal estava estreitado, e disse-me as palavras que ainda hoje oiço de olhos fechados.

"Dona Odete."

"Com a idade e com a evolução que a estenose já teve, a cirurgia é, honestamente, a única opção que lhe resta para não continuar a perder função na perna."

Marcou a laminectomia para o dia 14 do mês seguinte. E eu, que ganho a vida sentada a uma máquina, entreguei-me à papelada sem fazer uma única pergunta.

Nessa noite, sentei-me na beira da cama e chorei como não chorava desde que enviuvei.

Não por causa da dor.

Mas por causa daquilo que senti.

A decisão sobre a minha própria coluna tinha deixado de ser minha.

Tinha passado a ser uma data marcada num papel.

Liguei à minha sobrinha, a Carla, para lhe pedir que me viesse buscar no dia da alta.

Não tenho ninguém em casa que o possa fazer. Comecei a adiar as encomendas de costura para depois de março. Disse a mim mesma que dois meses de convalescença não era assim tão mau. Estava a fazer as pazes com a ideia de que abrissem a minha coluna. "É a única opção que lhe resta, Dona Odete. É melhor não deixar arrastar mais."

A única opção que me restava.

Aos 61 anos.

Foi nessa altura que comecei a adiar as encomendas de costura.

A Pergunta da Carla

A minha sobrinha, a Carla, é auxiliar de ação médica num lar de idosos.

Trabalha há 11 anos com idosos, muitos deles recém-operados à coluna.

Veio almoçar comigo um domingo, três dias antes da consulta pré-operatória. Reparou que eu ia buscar o tacho ao lume apoiada com as duas mãos na bancada, e fez-me uma pergunta que nunca ninguém me tinha feito.

"Tia Odete. Alguém alguma vez lhe testou se o multífido está a funcionar?"

Não fazia ideia do que ela estava a falar.

Nunca tinha ouvido aquela palavra.

Em dois anos.

Por um médico de família. Por um fisioterapeuta. Por um cirurgião que já me tinha marcado uma data para me abrir a coluna.

Ninguém tinha mencionado o multífido.

Nem uma única vez.

A Carla sentou-se comigo à mesa da cozinha, ainda com o avental do lar vestido, e explicou-me o que via todos os dias. Aquilo que lhe vou contar levou-lhe 20 minutos. Vou tentar contar-lho da mesma maneira.

A Única Coisa Que Ninguém Me Tinha Dito

Há um músculo longo e profundo que percorre os dois lados da coluna.

Chama-se multífido.

Fica a cerca de 3 centímetros por baixo da pele da zona lombar.

Ninguém me mostrou este músculo. Não estava em nenhum dos papéis que já tinha assinado. O cirurgião não o apontou na ressonância — apontou o osso, o espaço do canal, nunca o músculo.

Mas é — sem exagero — o músculo mais importante de toda a coluna.

E explico porquê.

A coluna é uma pilha de ossos. Não se mantém direita sozinha. Precisa de um sistema de andaime que a segure por dentro.

Esse sistema é o multífido.

É o andaime interno da coluna. Segura a coluna vértebra a vértebra.

Sempre que se levanta, anda, se inclina ou se vira — este músculo dispara milhares de pequenas contrações por minuto para manter as vértebras alinhadas.

Não o sentimos a trabalhar. Não pensamos nele. Simplesmente funciona.

Até que um dia — deixa de funcionar.

Porque é Que o Seu Cérebro Desliga o Único Músculo Que o Mantém de Pé

Ali, à mesa, a Carla disse-me uma coisa que me fez pousar o garfo.

Disse: "Quando a sua coluna começou a sofrer, tia, o seu cérebro desligou o multífido. De propósito."

Eis o que ela queria dizer:

Quando a coluna sofre um problema continuado — como a minha estenose, dois anos de compensações e má postura para aliviar a dor — o cérebro faz algo de protetor.

Corta o sinal para o multífido.

Diz ao músculo: "Para de contrair. Estás a piorar as coisas."

E o músculo obedece.

Em 48 horas após a lesão inicial, o multífido pode perder até 80% da sua função.

Fica em silêncio.

E aqui está a parte cruel — a parte que me deixou ali sentada, com o avental da Carla ainda a cheirar a almoço e lágrimas nos olhos:

Não volta a ligar-se sozinho.

Nem com repouso.

Nem com alongamentos.

Nem com fisioterapia.

Nem com ioga, natação, pilates ou qualquer programa de "fortalecimento do core" deste mundo.

Porque o músculo não está fraco.

Está bloqueado.

Não se pode fortalecer algo que não está a contrair.

Isto tem um nome, disse-me a Carla. Os investigadores chamam-lhe Bloqueio do Músculo Central.

E assim que ouvi aquelas palavras, tudo o que tinha tentado nos últimos dois anos passou de repente a fazer sentido.

Porque é Que Tudo Tinha Falhado

Sentada àquela mesa da cozinha, a três dias da consulta pré-operatória, finalmente percebi.

A fisioterapia não resultou — porque o meu multífido estava desligado. Estavam a tentar fortalecer um músculo que não contraía.

As infiltrações não duravam — porque reduziam a inflamação durante umas semanas, mas nada tratava o verdadeiro problema por baixo.

O aparelho TENS não fez nada — porque o TENS chega a 5-8 milímetros de profundidade. O meu multífido está a 30-50 milímetros. O TENS, literalmente, não conseguia lá chegar.

A minha faixa lombar não chegava lá — porque uma faixa aperta por fora, e o multífido está a 3 centímetros de profundidade. Ajudava a postura, nunca o músculo.

E a cirurgia? — a cirurgia corrige o osso. Não liga o músculo. A Carla vê todos os dias, no lar, utentes que voltam "com o material perfeito" e continuam sem conseguir levantar-se sozinhos da cama.

Eu não era uma "candidata inevitável" à cirurgia.

Não era "uma doente que não responde ao tratamento".

Não era uma das azaradas cujo corpo simplesmente não colaborava.

Tinha um músculo que estava desligado há dois anos.

E ninguém, em dois anos, tinha tentado voltar a ligá-lo antes de me mandar para a mesa de operações.

A Única Coisa Que o Pode Voltar a Acordar

A Carla foi clara: só uma coisa consegue acordar um multífido bloqueado.

Não é mais fisioterapia.

Não é mais tempo de repouso.

Não é a cirurgia em si — a cirurgia corrige o osso, não o músculo.

É a NMES.

Estimulação Elétrica Neuromuscular.

Não é TENS. A Carla foi muito clara quanto a isto. TENS e NMES são muitas vezes confundidos — são tecnologias completamente diferentes.

O TENS bloqueia os sinais de dor à superfície da pele. Vibra. Distrai.

A NMES envia sinais elétricos dirigidos fundo no tecido muscular — obrigando as fibras musculares a contrair. Contornando por completo o sinal de "desligar" do cérebro.

Não pede ao multífido que contraia.

Obriga-o a contrair.

Contração após contração. A pôr o músculo outra vez a funcionar. A reconstruir a ligação entre o cérebro e o músculo que estava cortada há anos.

A NMES é usada há 40 anos na medicina desportiva de elite. É assim que os atletas olímpicos recuperam de cirurgias em semanas em vez de meses. É assim que os astronautas da NASA evitam a atrofia muscular em gravidade zero.

Era a única coisa capaz de realmente quebrar um Bloqueio do Músculo Central.

Mas, até há pouco tempo, só lhe tinha acesso em clínicas desportivas caras, a 150€ por sessão.

Foi então que a Carla me falou de um aparelho que estava, sem alarido, a mudar tudo isto.

O Aparelho Que Me Fez Ligar de Volta à Consulta — Para a Cancelar

Chama-se o Movicare — Sistema de Correção Adaptativa.

É o primeiro aparelho de NMES para usar em casa especificamente calibrado para atingir o multífido à profundidade exata de que ele precisa — 30 a 50 milímetros — para quebrar um Bloqueio do Músculo Central.

Mas é isto que o torna diferente de todos os outros aparelhos de NMES no mercado.

Não se limita a estimular o músculo.

Descomprime a coluna E reconstrói o músculo — ao mesmo tempo.

A Carla explicou-me as duas fases:

Fase A: Descompressão. Os impulsos elétricos provocam contrações suaves e rítmicas que afastam as vértebras. Criando espaço. Aliviando a pressão sobre os discos e os nervos. Imita o que faz uma mesa de descompressão clínica — só que de dentro para fora.

Fase B: Reeducação. Enquanto a Fase A cria espaço, a Fase B obriga o multífido a contrair. Contração após contração. Ao longo de 30 dias, a via nervosa entre o cérebro e o músculo reconstrói-se. O cérebro "lembra-se" de como usar o multífido. O músculo volta a contrair sozinho.

15 minutos por dia.

Era esse o protocolo todo.

Fiz as contas ao que já tinha gasto nestes dois anos — deixe-me ver.

Entre a fisioterapia, a infiltração, os anti-inflamatórios, o tecido e os reforços da faixa que fiz eu mesma, o aparelho TENS e tudo o resto — tinha gasto mais de 2.400€ a tentar resolver as minhas costas em dois anos. Sem contar as semanas de baixa que a cirurgia ia exigir, nem os dias que a Carla teria de tirar do trabalho para me vir ajudar.

E ali estava este pequeno aparelho, no ecrã do telemóvel da minha sobrinha, à minha frente.

54,95€.

Vítor Nogueira

O meu patrão ia pagar a cirurgia — quase preferia isso a arriscar perder o emprego

Avaliado em Portugal a 27 de janeiro de 2026

Compra verificada

Sou motorista de longo curso. Disseram-me que sem operar, mais cedo ou tarde ia ter de parar de guiar. Testei o Movicare enquanto esperava vaga para a cirurgia. 7 semanas depois, cancelei a marcação. Continuo a fazer as minhas rotas todas as semanas.

84 pessoas acharam isto útil

Aurora Salgado

Vi a minha irmã sair de uma fusão pior do que entrou

Avaliado em Portugal a 12 de abril de 2026

Compra verificada

Há 4 dias A minha irmã foi operada há 3 anos e hoje anda com andarilho. Recusei-me a arriscar o mesmo. Fiquei cética com este aparelho, mas a explicação sobre o multífido foi a primeira coisa, em anos, que fez sentido de verdade.

61 pessoas acharam isto útil

Deolinda Amorim

Consegui adiar a consulta e nunca mais tive de a remarcar

Avaliado em Portugal a 21 de abril de 2026

Compra verificada

Há 1 dia O meu cirurgião ficou surpreendido quando liguei a adiar. Passados 3 meses, nem sequer voltei a marcar. Voltei a coser de pé, ao ritmo do pedal da máquina.

Dia 1: A Pulsação Que Não Sentia Há Dois Anos

Encomendei-o três dias antes da consulta pré-operatória.

Chegou quatro dias depois.

Vou ser sincera — abri a caixa sem grande esperança.

Já tinha experimentado a faixa que eu própria fiz, as caminhadas, a fisioterapia. Tinha uma cirurgia marcada. Não é fácil acreditar num aparelho de 54,95€ depois de tudo isso.

Disse à Carla: "Se isto não resultar, assino o consentimento e acabou-se."

E falava a sério.

Dia 1: Coloquei os elétrodos de cada lado da zona lombar. Comecei numa intensidade baixa. E senti uma coisa que não sentia desde antes de a dormência começar no pé.

Uma pulsação profunda.

Não à superfície.

Por dentro.

Foi estranho. Quase desconfortável ao início — porque estava a sentir um músculo de que praticamente me tinha esquecido que existia. Mas ao minuto 10, a minha zona lombar sentia-se... aberta. Não sei descrever de outra forma. Como se algo se tivesse soltado.

Levantei-me da cadeira sem me apoiar nos braços dela. Foi a primeira vez em dois anos que reparei nisso.

Não fazia isso há dois anos.

Semana 1: Consegui estar 40 minutos seguidos à máquina de costura, sem ter de me levantar a meio. Não fazia isso há mais de um ano.

Semana 3: Liguei ao consultório do cirurgião. Pedi para adiar a consulta pré-operatória "só mais umas semanas". A rececionista não fez perguntas.

Semana 7: Já não liguei a adiar. Liguei a cancelar.

Chorei ali mesmo, com o telefone ainda na mão.

A Carla estava a meu lado. Eu disse-lhe: "Não vou precisar de operar. Pela primeira vez em dois anos, o meu multífido está a segurar-me."

Ela sorriu. Já sabia, muito antes de mim.

Onde Estou Agora

Estou a escrever isto quatro meses depois daquele domingo em que a Carla me fez a pergunta certa.

No mês passado, fiz o vestido de batizado da minha neta mais nova.

De pé, à máquina, como sempre fiz.

Segurei a bebé ao colo à frente de toda a família — EU, aos 61 anos — sem medo de me levantar quando chegasse a minha vez, sem procurar um canto onde me sentar.

Agora uso o Movicare durante 15 minutos à segunda, à quarta e à sexta-feira. É a minha rotina de manutenção.

No resto do tempo, é o meu multífido que me segura.

Como é suposto.

Como devia ter feito sempre.

O Que Quero Que Saiba

Se está onde eu estava — a três dias de uma consulta que teme, ou já com uma data marcada no calendário —

Quer o seu cirurgião lhe tenha dito que "é a única opção que resta"...

Quer já tenha alguém na família que voltou pior de uma cirurgia parecida...

Escrevo isto porque gostava que alguém me tivesse feito a pergunta da Carla no primeiro mês, não ao fim de dois anos.

Não decidi cancelar a cirurgia às cegas.

Nem estou a dizer a ninguém para o fazer sem falar com o seu médico.

Só decidi dar ao meu multífido a oportunidade de voltar a trabalhar.

Antes de deixar que abrissem a minha coluna para corrigir apenas o osso.

Há um músculo nas suas costas que pode estar desligado — talvez há anos — e talvez ninguém ainda tenha tentado voltar a ligá-lo.

Não estava condenada a operar.

Estava bloqueada.

E há uma diferença.

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Avaliações dos clientes

4,8 em 5

3.791 avaliações de clientes

5 estrelas

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3 estrelas

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Por categoria

Preço

5.0

Eficácia

5.0

Conforto

5.0

Qualidade

4.8

Comentários

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Fernanda Antunes

Alguém pode dar referências disto?

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4 ·  39 min

Vítor Nogueira

Sou motorista de longo curso, TIR. O meu patrão já estava a tratar da baixa para a cirurgia — laminectomia, disseram-me que sem operar mais cedo ou tarde ia ter de parar de guiar de vez. Comecei a usar o Movicare enquanto esperava a vaga cirúrgica, mais por não ter nada a perder. Sete semanas depois, cancelei a marcação. Continuo a fazer as minhas rotas todas as semanas, sem dormência no pé ao fim de 6 horas de estrada.

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7 ·  16 min

Glória Tavares

Comprei o meu pelo preço inteiro e agora está a 50%? Não é justo!

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4 ·  51 min

Sandra Carvalho

Quanto tempo demora o envio??

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1 ·  1 h

Isabel Nunes

Olá Sandra, o meu chegou ao fim de 4 dias.

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2 ·  24 min

Aurora Salgado

A minha irmã fez uma fusão vertebral há 3 anos e hoje anda com andarilho — pior do que estava antes de operar. Quando o meu médico começou a falar em cirurgia para mim, entrei em pânico e recusei-me a marcar data. Uma vizinha, que é fisioterapeuta, mandou-me o artigo da Odete. A explicação sobre o multífido foi a primeira coisa que me fez perceber porque é que as caminhadas e a fisioterapia nunca chegavam à raiz do problema. Três meses depois, ainda não operei — e não sei se vou precisar.

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6 ·  1 h

Deolinda Amorim

Tinha a consulta pré-operatória marcada e passei os últimos dias antes dela a pesquisar "complicações de laminectomia" às 3 da manhã. Uma colega de trabalho enviou-me este artigo. Liguei a adiar a consulta "só para experimentar". Nunca mais liguei a remarcar.

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2 ·  2 h

Teresa Pinho

Uau, isto é incrível, já encomendei um!

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3 ·  1 h

Carlos Moreira

Compraste um? Quanto tempo demora a chegar?

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2 ·  2 h

Amélia Cardoso

No meu caso, 4 dias úteis.

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5 ·  2 h

Rosa Figueiredo

Tinha a laminectomia marcada e passava as noites acordada a pesquisar os riscos da operação no telemóvel, às escondidas. Uma vizinha falou-me deste aparelho. Ao fim de quatro semanas liguei ao consultório a adiar a consulta. Ainda não marquei nova data — e, pela primeira vez, não tenho pressa nenhuma de a marcar.

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1 ·  3 h

Fátima Marques

Uau, parece ótimo. Alguém tem mesmo um e já foi testado?

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1 ·  3 h

Lúcia Mendes

Sim, comprei este aparelho para a minha mãe, que tem estenose e uma cirurgia marcada que anda cheia de medo de fazer.

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3 ·  2 h

Celeste Ramos

Acabei de encomendar o meu! Mal posso esperar.

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4 ·  3 h

Graça Henriques

Quero tanto um, vou comprá-lo este fim de semana quando receber o ordenado, ahah!!

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8 ·  3 h

Emília Barreto

Alguém sabe quanto tempo demora o envio? Quero comprar um para a minha amiga que tem uma cirurgia à coluna marcada.

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1 ·  4 h

Manuela Coelho

Olá Emília, o meu chegou ao fim de 5 dias

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2 ·  2 h

Branca Vieira

A sua amiga vai ficar feliz! É o presente perfeito

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2 ·  1 h

Olívia Barros

Adoro este Movicare, mesmo!

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3 ·  4 h

Manuela Coelho

Adoro mesmo o meu Movicare, tive de comprar outro hoje para a minha irmã porque ela não larga o meu!

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2 ·  5 h

Alda Pacheco

Pois é, fiquei tão contente por ainda haver hoje. Tive de comprar logo um antes de esgotarem outra vez como da última vez

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5 ·  2 h

Cristina Lourenço

Este produto é incrível! Para quem já usou um aparelho TENS dos antigos: acabamos completamente enrolados nos fios e, se precisarmos de o usar no trabalho para reduzir as crises, é impossível quando temos uma profissão que exige muito movimento. Este produto liberta-nos de tudo isso e permite usá-lo em segurança. Obrigada a quem criou este produto.

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3 ·  5 h

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